Muito bem, vou dar um “parpite” no referendo do desarmamento. Sei que meu negócio é pontear a viola e romper no mundo com esse serviço. Mas se tocaram no assunto aqui nos comentários do brógui, acho que posso me intrometer.
O não ganhou e o sim perdeu. Sinceramente acho que o plebiscito devia ser outro. Já que gastaram um dinheirão com ele, que arrumassem mais um bocadinho para mudar o rumo da prosa. E tudo poderia ser resolvido de uma forma melhor.
Vão ouvindo, em vez de falar do desarmamento, devia-se colocar a seguinte questão:
“Depois dos acontecimentos envolvendo ministros, deputados e senadores, vamos tirar o cargo de todos e fazer uma nova eleição?”
O senhor e a senhora conseguem imaginar como seria bom esse acontecimento? Sim, porque todo mundo acompanhou as notícias, viram na TV as atuações desse povo, tiveram confirmadas as denúncias, foi esclarecendo um processo amaldiçoado.
Claro que ia ser uma maravilha, porque hoje estamos vendo as manobras sendo feitas para enrolar a opinião pública, atrasar as investigações, fazer os conchavos para escapar. E o pior: estão conseguindo! Nós não podemos dar tempo para eles.
Muita gente ficou confusa em votar no plebiscito, eu mesmo tive dúvida. Agora, se a pergunta fosse essa aí em cima, tirar o emprego desse povo todo e escolher direitinho quem ia ocupar os cargos, minha resposta seria SIM, SIM, SIM.
E se, depois de eleito, com a casa arrumada, aparecesse mais um safado, a gente arrancava de novo até sobrar cabra que preste no serviço. Tenho dito!